O concerto de Hilight Tribe, ou o dia em que levei a minha mãe a uma festa de trance
Tem 58 anos, parece minha irmã e tem sempre medo de ficar cansada no dia seguinte. Mas, a verdade, é que tem mais energia do que qualquer amigo meu. Nos concertos, saltamos e gritamos como se fosse o último das nossas vidas, no Ecstatic Dance, dançamos até nos doer os pés e, nas viagens, caminhamos até termos riscado todos os sítios que queremos conhecer das nossas longas listas. Apresento-vos a minha mãe, a minha melhor companhia. Quando lhe falei do concerto de Hilight Tribe, perguntou-me: “O Luís quer ir? Eu gostava.” Claro que podíamos ir os três, mas a logística desde que Mini Soumúsica nasceu tem de ser bem pensada. “Vamos as duas. Mas olha que aquilo vai ser como uma festa de trance!” Entrámos no LAV - Lisboa Ao Vivo às 20h36 do Dia da Liberdade. No palco, já se ouvia o set de Renato Oliveira, fundador daquele que considero um dos melhores projectos nacionais e que tantas noites incríveis já me proporcionou: Olive Tree Dance. A acompanhar vários dos temas, ouvimos o saxofon...









