Rock in Rio: O cartaz de luxo do terceiro dia levou-nos numa viagem ao tempo
Foi no sábado, 27 de Junho, que a minha geração (36 anos), e a dos meus pais (59 anos), revisitou a adolescência, ao som de temas que já não pensávamos alguma vez ver ao vivo ou que, muito provavelmente, vimos pela última vez. Eram 16h40 quando entrei no Parque Tejo, em modo acelerado, para não perder o concerto de 4 Non Blondes que havia começado há 15 minutos. Foi, aliás, assim a minha vivência neste 'Legends Day' do Rock in Rio Lisboa: uma correria entre o Palco Mundo e o Palco Super Bock, na tentativa, por vezes falhada, de não perder um minuto de cada concerto. Não sou de gastar tempo em filas para receber brindes, e as vertigens afastam-me sempre da roda gigante, mas, desta vez, nem consegui fazer uma visita aos outros palcos. A minha missão era clara. Ainda estava bem longe do palco principal, quando já conseguia ver o inconfundível chapéu de Linda Perry, vocalista da banda que terminou em 1995, e que se encontra numa tournée de reunião. Voz rouca, a mesma atitude '...









