Armandinho - 23/4/2016
Eram 22h10 quando a banda de Armandinho entrou em palco no
Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra. O grande anfitrião da noite seguiu-se
e logo fez sinal ao público para se levantar.
O concerto começou com o tema "Hoje eu acordei querendo ver o mar".
O palco não contava com adereços, nem mesmo projecção de vídeo. A banda encontrava-se também, como o cantor referiu, num formato mais reduzido contando apenas com cinco elementos.
Temas como "Pescador", a célebre "Casinha", "Eu juro", "Ursinho de dormir" ou "Lua cheia", com Armandinho a descer à plateia, ajudaram a aquecer. Mas foi a partir de "Eu sou do mar", tema novo mostrando as preocupações ambientais do artista, que o concerto atingiu o seu pico.
“Folha de bananeira”, provavelmente o tema mais conhecido do cantor, foi cantado a plenos pulmões por todos os presentes incluindo várias crianças pequenas, dançando ou encavalitadas nos ombros dos pais, que entoavam a letra sem certamente entender o seu significado. Nesta altura já não havia público e banda, era apenas um grande grupo de amigos numa enorme festa.
Ao longo do concerto subiram outros fãs e algumas crianças, criando momentos bastante ternurentos.
“Toca uma regueira aí”, outro clássico, foi dos momentos altos do concerto, com uma paragem a meio onde o artista aproveitou para, em jeito de brincadeira, explicar o que o inspira. “Você começa com uma guitarra bem rock (solo), aí a bateria acompanha a guitarra, depois vem as teclas com o reggae (solo), o baixo é de um género musical do sul do Brasil (solo) e o violão é bem música de praia (solo)”.
Por esta altura já um dos ajudantes de sala suspirava com um ar irritado, certamente por causa das horas. Mas ainda faltava um pouco para acabar.
“Sol loiro” foi um momento calmo, seguido de “Semente”. Para o encore ficaram “Capoeira” e “Balanço da rede”.
Que o bom astral esteja convosco!
Armandinho é sinónimo de reggae brasileiro, que é sinónimo de festa. Se as
cadeiras do Olga Cadaval não estivessem presas ao chão tenho a certeza que
teriam sido todas arrastadas para um canto. A parte da frente da plateia foi
invadida por fãs entusiastas e rapidamente conseguimos imaginar que era areia
de uma qualquer praia paradisíaca brasileira que estávamos a pisar.
São já quinze anos de carreira e uma legião de fãs considerável que Armandinho arrecada do lado de cá do oceano dividido entre compatriotas e lusitanos.
São já quinze anos de carreira e uma legião de fãs considerável que Armandinho arrecada do lado de cá do oceano dividido entre compatriotas e lusitanos.
O concerto começou com o tema "Hoje eu acordei querendo ver o mar".
O palco não contava com adereços, nem mesmo projecção de vídeo. A banda encontrava-se também, como o cantor referiu, num formato mais reduzido contando apenas com cinco elementos.
Temas como "Pescador", a célebre "Casinha", "Eu juro", "Ursinho de dormir" ou "Lua cheia", com Armandinho a descer à plateia, ajudaram a aquecer. Mas foi a partir de "Eu sou do mar", tema novo mostrando as preocupações ambientais do artista, que o concerto atingiu o seu pico.
“Folha de bananeira”, provavelmente o tema mais conhecido do cantor, foi cantado a plenos pulmões por todos os presentes incluindo várias crianças pequenas, dançando ou encavalitadas nos ombros dos pais, que entoavam a letra sem certamente entender o seu significado. Nesta altura já não havia público e banda, era apenas um grande grupo de amigos numa enorme festa.
O momento
caricato da noite foi quando uma fã subiu ao palco, cheia de confiança e
energia, e começou a dançar com o guitarrista. O músico, encharcado em suor,
foi-se chegando para dançarem agarrados mas ela ia-se afastando com algum ar de
repulsa.
Ao longo do concerto subiram outros fãs e algumas crianças, criando momentos bastante ternurentos.
“Toca uma regueira aí”, outro clássico, foi dos momentos altos do concerto, com uma paragem a meio onde o artista aproveitou para, em jeito de brincadeira, explicar o que o inspira. “Você começa com uma guitarra bem rock (solo), aí a bateria acompanha a guitarra, depois vem as teclas com o reggae (solo), o baixo é de um género musical do sul do Brasil (solo) e o violão é bem música de praia (solo)”.
Por esta altura já um dos ajudantes de sala suspirava com um ar irritado, certamente por causa das horas. Mas ainda faltava um pouco para acabar.
“Sol loiro” foi um momento calmo, seguido de “Semente”. Para o encore ficaram “Capoeira” e “Balanço da rede”.
Que o bom astral esteja convosco!
Texto: Sofia Robert
Fotografias: Luís Carvalho
Para mais fotografias: https://www.facebook.com/soumusica.pt
Instagram e Twitter: @soumusicapt





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